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O que comer
Aqui está um exemplo de cardápio de acordo com o texto abaixo:
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Exemplo de cardápio
Café da manhã: - Café com leite - Pão francês com requeijão - Mamão
Lanche da manhã: - Vitamina de leite e frutas com aveia
Almoço: - Arroz com feijão - Bife grelhado - Espinafre - Salada de alface, tomate e vagem - Suco de laranja - Salada de frutas
Lanche da tarde: - Iogurte e uma fruta de sua preferência
Jantar: - Macarrão ao sugo - Frango grelhado - Couve refogada - Fatia de bolo
Lanche da noite: - Leite com cereais |
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Escrito por Claudia às 14h40
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da série: Comer por dois
Mais um texto útil que achei na internet e que explica o porque do ganho de peso na gravidez:
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A gravidez é um momento único para a vida da mulher e deve ser intensamente respeitado, vivido e agraciado. “Gravidez não é doença”, mas exige alguns cuidados, já que acarreta várias transformações no organismo da mulher. Tais transformações têm a finalidade de garantir tanto o crescimento e desenvolvimento saudável do feto quanto manter o organismo materno saudável durante e após a gravidez, para a amamentação. Muitas mulheres acabam “relaxando” com relação à sua alimentação durante este período; entretanto, é importante que se saiba que o estado nutricional da mãe afeta o resultado de sua gravidez. Assim, uma alimentação adequada é imprescindível para a saúde da mãe e de seu bebê. As necessidades de energia, proteína e de algumas vitaminas e mineirais aumentam durante este período, mas uma alimentação equilibrada e o acompanhamento do médico e do nutricionista são suficientes para uma gestação saudável. Um problema que afeta grande parte das mulheres que estão grávidas (e aflige a parte que ainda não está!) é o ganho de peso.
O ganho de peso da grávida inclui não só o ganho de peso da mãe, mas também do bebê e dos anexos que o ajudam a viver durante este período que ele estará no útero materno. Veja a distribuição do ganho de peso durante a gravidez: - 2,8 – 3,2 kg ® feto - 1,5 kg ® sangue - 1,0 kg ® fluidos corpóreos - 0,7 kg ® útero - 0,6 kg ® fluido amniótico - 0,5 kg ® placenta e cordão umbilical - 0,4 kg ® mamas - 2,8 kg ® estoques de proteína e gordura (a gordura é depositada na camada subcutânea, nas regiões do abdome, costas e parte superior das coxas; é uma reserva de energia para a gravidez e lactação).
Como se pode ver, o ganho de peso exclusivamente materno está direcionado para as mamas e para os estoques de energia e gordura (cerca de 3,2kg). Esse “excesso” é rapidamente perdido durante a amamentação pois a mulher gasta grandes quantidades de energia durante este processo.
Quanto devo ganhar de peso? O peso a ser ganho durante a gestação pode ser calculado a partir do peso da mulher enquanto ela ainda não estava grávida. Para isso, deve-se calcular o Índice de Massa Corporal (IMC) baseando-se no peso pré-gravidez:
IMC = __peso (em kg)__ altura2 (em metros) Por exemplo: se uma mulher pesava 52 kg antes de engravidar e tem altura de 1,60m: 1,62 = 2,56. 52 = 20,3 2,56
A tabela a seguir mostra o ganho de peso recomendado para gestantes baseado no IMC:
Categoria de peso com base no IMC Ganho total de peso (kg) Ganho no 1o trimestre (kg) Ganho semanal no 2o e 3o trimestres (kg) Baixo peso (IMC < 19,8) 12,5 – 18 2,3 0,49 Eutrofia (19,8 = IMC = 26) 11,5 – 16 1,6 0,44 Sobrepeso (26 < IMC = 29) 7 – 11,5 0,9 0,3 Obesidade (IMC > 29) 6 - - Fonte: INSTITUTE OF MEDICINE 1990
No caso do exemplo dado, a mulher deveria ganhar entre 11,5 e 16kg durante a gravidez.
O ganho de peso é maior nos 2º e 3º trimestres, pois são nesses períodos há maior crescimento do feto. A quantidade de energia “extra” que a mulher deve consumir por dia é cerca de 300kcal.
Vitaminas e minerais importantes: - Ferro: é um dos minerais mais conhecidos devido à sua deficiência (anemia). É essencial no transporte do oxigênio, além de estar envolvido na função imunológica e no desempenho cognitivo. É encontrado nas carnes (tanto vermelha quanto de aves e peixes), no feijão e nas hortaliças. Para intensificar a absorção deste mineral, é importante consumir algum alimento fonte de vitamina C (por exemplo, tomar um copo de suco de laranja ou de acerola durante o almoço; vale também temperar a salada com limão!);
- Ácido fólico: pouco conhecida pelo público em geral, esta vitamina é importatíssima para a formação das células do sangue e na divisão celular normal. Sua deficiência durante a gravidez pode causar defeitos no tubo neural – malformações que ocorrem nas fases iniciais do desenvolvimento fetal, envolvendo a estrutura que dará origem ao cérebro e à medula espinhal. É encontrada no fígado, cogumelos, vegetais folhosos verdes (espinafre, brócolis e aspargo), além da carne bovina e no feijão;
- Vitamina B 12: juntamente com o ácido fólico, auxilia na formação das células do sangue e é importantíssima para a formação do sistema nervoso do bebê. É encotrada em alimentos de origem animal, como as carnes, ovos, leite, queijos;
Náuseas, azia e constipação Os quadros de náuseas, azia e constipação são muito comuns na gravidez. Algumas alterações na alimentação pode auxiliar a conviver melhor com eles durante este período:
- Náusea e azia: a náusea é o mal-estar da manhã, sendo comum nos primeiros meses da gravidez. A azia é mais comum durante o último trimestre da gestação, pois o útero está exercendo grande pressão sobre o estômago. Pequenas refeições ao longo do dia, com menor quantidade de líquido durante as refeições pode ajudar. As gorduras devem ser evitadas pois são de difícil digestão;
- Constipação: mais comum nos últimos estágios da gravidez, é causada pela pressão do útero sobre o intestino, diminuição da motilidade intestinal e menor atividade física. Para diminuir esse incômodo, recomenda-se o consumir líquidos entre as refeições, alimentos ricos em fibra e frutas secas – como ameixas e figo.
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Escrito por Claudia às 14h37
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Estrias? Nem pensar!!
Sou quase um queijo suíço quando se fala em celulite, mas graças a Deus, estrias eu praticamente não tenho. Apenas umas marquinhas bem fininhas, no início das coxas, próximo à virilha, mas são quase imperceptíveis. Acho que não tenho predisposição genética, mas o que eu tenho certeza que me ajudou bastante foram os litros de óleo de amêndoas que eu usei na primeria gravidez. As toalhas de banho foram pro lixo porque o cheiro que ficou foi horrível. Estava na hora criarem um óleo de amêndoas que não tivesse cheiro tão ruim.
Estou usando um óleo de semente de uva por enquanto, mas vou mandar fazer um creme que a minha ginecologista indicou e que segundo ela, é super eficiente e bem mais barato que os que existem no mercado, específicos para grávidas. Se der, amanhã publico aqui a fórmula.
Abaixo publiquei um texto sobre estrias na gravidez, que tirei da Revista Crescer.
Escrito por Claudia às 13h48
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Estrias? Tô fora!
Guerra às estrias!
 
 
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A gravidez deixa marcas na vida e no corpo das mulheres. O bebê, claro, é a principal delas e só conquista mais presença com o tempo. O corpo pode ganhar estrias, mas, ao contrário dos filhos, a boa notícia é que elas perdem visibilidade no percurso. 'A associação de bons tratamentos, principalmente após a fase de amamentação, melhora até 60% a aparência das estrias, tornando-as mais finas e apagadas', afirma o dermatologista Marcelo Bellini, professor da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.
As estrias aparecem quando a pele sofre um estiramento excessivo, o que ocorre com o abdômen e os seios durante a gestação. Se as fibras de colágeno e elastina do local não estão fortes para agüentar a pressão, rompem-se e formam uma cicatriz. 'O que determina a predisposição a estrias é a elasticidade da pele. E esse é um fator hereditário', explica o dermatologista Otávio Macedo, membro da Academia Americana e da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Significa que, se outras mulheres da família apresentam o problema, a chance de tê-lo aumenta e, no caso contrário, diminui.
Ritual preventivo O primeiro cuidado da gestante para evitar as estrias é não engordar muito mais do que dez quilos. Ganho de peso acima desse limite resulta em um estiramento excessivo da pele, segundo os especialistas. Como nem sempre é fácil manter o ponteiro da balança na posição recomendada, a melhor arma contra as estrias passam a ser os hidratantes. 'Eles nutrem a pele, mantendo a elasticidade e a hidratação, tornando-a mais resistente ao estiramento', diz Macedo.
Os cremes devem entrar logo em ação. 'Assim que souber da gravidez ou ao menos a partir do terceiro mês, a gestante deve aplicar hidratantes no abdômen, nos seios (excluindo os mamilos) e nas coxas, de manhã e à noite, todos os dias', aconselha a obstetra Zsuzsanna DiBella. 'Mesmo as mulheres com predisposição a estrias, quando usam hidratantes, conseguem diminuir sua incidência', diz.
Os especialistas recomendam produtos que contenham uréia, lactato de amônia, colágeno, elastina, vitamina E e óleos vegetais. Há os especialmente indicados para a fase de gestação e também aqueles personalizados, feitos só para você a partir de uma fórmula que deve ser elaborada pelo dermatologista. O importante é usá-los, ainda que as estrias apareçam. Você estará cuidando para que elas não aumentem e favorecendo assim o resultado de alguns tratamentos que só poderão ser feitos após o período de aleitamento, seja porque contêm substâncias que podem passar pelo leite ou por exigirem um tempo e disposição que às vezes as mamães não têm. 'Enquanto amamenta, a mulher já pode realizar máscaras de hidratação e tonificação corporal à base de argila e porcelana para melhorar o aspecto do problema', sugere Marcelo Bellini.
Em combate Depois da fase de amamentação e, estando mais disponível, você pode entrar na guerra contra as estrias com vários procedimentos que a medicina estética oferece (veja boxe). Nos consultórios dermatológicos ou em clínicas estéticas, eles devem ser aplicados por profissionais. O objetivo é estimular a produção de novas fibras de colágeno e elastina na região das estrias, para deixá-las mais finas e menos aparentes. Os tipos e a duração das sessões dependem de cada caso. Se as estrias são recentes, avermelhadas, são mais fáceis de tratar. As mais antigas tornam-se esbranquiçadas e exigem soluções mais elaboradas. 'O ideal é associar métodos para conseguir melhores resultados', sugere Bellini.
Dá trabalho ir ao dermatologista, alguns tratamentos podem ser doloridos e nada baratos. Mas, para quem se incomoda com o problema, compensa. 'Não gostei das estrias que ficaram em meu abdômen depois que nasceu a Amanda', conta a consultora de empresas Maria Luciene Najjar, 33 anos. Quando a menina fez 1 ano, como não estava mais amamentando, Luciene decidiu fazer um pacote com vários tipos de tratamentos. 'Está sendo muito bom. Ainda não terminou, mas minhas estrias já estão bem mais finas e irregulares. Diminuíram uns 30%', comemora.
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Escrito por Claudia às 13h38
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Saúde é o que interessa III
Da Revista Boa Forma
Grávida em forma: mãe saudável = bebê feliz
Hoje, ninguém duvida que dá para ser uma grávida bonita e disposta. Quem aposta no estilo saudável, exercício e uma dieta bacana vai se dar bem, como as mulheres que você vai conhecer aqui
por Olga Penteado
Na época das nossas avós, muita gente via a gravidez como doença. Ainda existe algum preconceito e desinformação nessa área, mas, graças às futuras mamães bonitas, ativas e bem-dispostas, as coisas mudaram. Hoje é quase consenso entre os especialistas que, para se sentir bem na gestação e no parto, exercício e dieta nutritiva são muito importantes. Luis Henrique Dunder, coordenador do programa Mãe Ativa Gestante, da Fórmula Academia, em São Paulo, lista alguns dos benefícios de se exercitar na gravidez: o coração e os pulmões funcionam bem, você trabalha o tônus muscular e melhora a postura, ganha consciência corporal e equilíbrio.
“Além disso, sintomas desagradáveis como dor nas costas, inchaço, varizes e cãibras são suavizados”, lembra Claudia Fernandes, professora de educação física e fisioterapeuta responsável pelo Programa Mamãe e Bebê, da academia paulista Aquasport. O resultado desse trabalho é o controle do peso na gravidez, a volta à forma depois do parto e uma auto-estima elevada nesse momento tão delicado na vida das mulheres. “Elas sentem que estão fazendo um bem para elas e para os bebês. Isso não tem preço”, diz Claudia. Os depoimentos a seguir são a prova!
Escrito por Claudia às 11h44
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Saúde é o que interessa II
Ainda, Boa Forma:
palavra de especialista
É cada vez mais comum os obstetras recomendarem a prática de atividade física moderada na gravidez. “O exercício adequado e bem dirigido traz muitas vantagens para a saúde física e mental da gestante, além de melhorar as condições para o parto normal”, diz Marco Antonio Zaccarelli, diretor do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo.
“A pressão arterial alta é um dos maiores empecilhos do parto normal e o exercício ajuda a controlá-la. Ele estimula a eliminação do excesso de líquidos, uma das causas do aumento da pressão”, explica. A ginástica também previne o diabetes gestacional, provocado pelas alterações hormonais típicas da gravidez, e reduz a dor nas costas, comum nos últimos meses. Wladimir Taborda, coordenador da ginecologia e obstetrícia do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também destaca a importância da atividade física para o bem-estar e a qualidade de vida da gestante. “Há inúmeras vantagens: a mulher se sente melhor, bem-disposta, com a auto-estima elevada. O stress e a ansiedade diminuem. Eu arrisco até afirmar que uma gestante feliz passa informações positivas para o bebê, apesar de não haver conclusões científicas nesse sentido. De qualquer modo, é nessa direção que caminha a medicina”, diz. O obstetra destaca, no entanto, situações em que os exercícios são contra-indicados ou requerem acompanhamento médico: casos de pressão alta, sangramento ou perda de líquido pela vagina, dor de cabeça forte, fadiga excessiva, desmaio, tontura ou histórico de abortos repetidos. Não podemos esquecer que uma dieta equilibrada também é fundamental para controlar o peso, a pressão arterial e prevenir o diabetes gestacional. Regina Leitão, médica especialista em controle de peso e proprietária da Clínica Médica Perduccere, em São Paulo, aponta o excesso de carboidrato refinado dos pães, arroz, macarrão e doces como o maior problema alimentar na gestação. “O carboidrato simples desses alimentos faz a insulina disparar, contribuindo para o acúmulo de gordura e o ganho excessivo de peso”, diz Regina, que orientou a modelo Vera Viel. A solução é adotar os do tipo complexo (arroz, pão, biscoito e macarrão integrais, aveia e leguminosas como feijão e lentilha). Ricos em fibras, eles dão saciedade e evitam os picos de insulina — e o conseqüente estoque de gordura.
Escrito por Claudia às 11h42
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Saúde é o que interessa
Saiu na Revista Boa Forma, edicação de maio de 2005:
BOA FORMA lança livro com 14 aulas
Atendendo aos pedidos das leitoras, ansiosas por malhar com segurança na gravidez e recuperar as curvas depois do nascimento do bebê, chega às livrarias este mês Grávida em Boa Forma: Seu Guia de Exercícios e Dieta para Antes e Depois do Parto (Editora Marco Zero), escrito pela nossa redatora-chefe, Angélica Banhara. Na primeira parte, você descobrirá os benefícios de se exercitar, quais atividades pode praticar e como montar o seu próprio programa a partir de quatro aulas de ioga, três aulas de ginástica localizada e dois planos de caminhada. Um cardápio completo, com tabela de substituição de alimentos, garante disposição e o controle do ganho de peso. Na segunda parte, nosso programa para recuperar as formas começa com um plano de exercícios suaves, que pode ser praticado dias após o nascimento do bebê. Depois da alta médica, é hora de malhar para valer. O livro traz, então, duas aulas de ioga, quatro aulas de localizada, uma aula de alongamento e um plano de power caminhada. Um cardápio balanceado para quem está amamentando garante o retorno ao peso de antes, com saúde e energia de sobra.
Escrito por Claudia às 11h41
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Comer por dois? II
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Dicas de alimentação para grávidas vegetarianas
Como se alimentar bem na gestação |
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Não importa o que você seja, vegetariana (não come carne) ou vegan (não come carne, produtos lácteos e ovos). Ter uma dieta balanceada durante a gravidez é muito importante para suprir todos os nutrientes necessários à mãe e ao bebê. Segundo a Universidade de Obstetria e Ginecologia (ACOG), nos Estado Unidos, o recomendado é a ingestão de 300 calorias extras para todas a mulheres grávidas.
Os tópicos, a seguir, podem ajudar a planejar suas refeições. Eles foram recomendados por Michael Klaper, diretor do Instituto de Educação Nutricional e Pesquisa na Califórnia, EUA, e autor do livro "Gravidez, Criança e Dieta Vegan" e Virgínia Messina, dieticista americana:
É muito importante que a gestante consuma 10 gramas extras de proteína por dia, essa proteína é utilizada para a formação da ossatura e tecido fetal. Assim, se você não ingere proteínas de produtos lácteos é importante ingerir substitutos para suprir essa demanda. A sugestão é: coma 3/4 de uma xícara de feijão, ervilha ou lentilha; meia xícara de espinafre; 1/4 de uma colher de sopa de manteiga de amendoim ou de 2 xícaras de arroz integral.
Consumir quantidade suficiente de cálcio costumava ser um problemas para os vegans, mas agora existem muitos produtos enriquecidos com esse nutriente como sucos, cereais e até doces.
Lave todos os alimentos, mesmo os orgânicos, para eliminar sugeiras, micróbios e pesticidas.
Coma muito feijão e legume para aumentar o nível de ferro. Raízes são importantes para elevar o índice de minerais, como iodo, magnésio e cobre.
Coma cereais que sejam enriquecidos com vitaminas e minerais, incluindo vitaminas B-12 e D, que são deficientes em dietas vegetarianas.
Ácido fólico é um dos muitos nutrientes conhecidos por prevenir spina bífida, um defeito de nascença do tubo neural, que afeta um a cada mil bebês nascidos nos Estados Unidos. Uma grávida necessita de 600 a 800 microgramas de ácido fólico por dia, enquanto que uma pessoa não grávida necessita de 400. O ácido fólico é mais útil nos primeiros 3 meses de gravidez e os médicos aconselham. As mães devem começar a tomar alguns meses antes da concepção.
Essa vitamina pode ser encontrada em vegetais verdes, grãos, suco de laranja e frutas, além de cereais fortificados, pães e macarrões.
Fonte: Planeta Natural
Escrito por Claudia às 13h18
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Comer por dois?
Dieta balanceada
Alimentos selecionados ajudam a controlar a diabete gestacional, anemia e pressão alta durante a gravidez.
Mulheres com boa saúde não precisam se desesperar com a alimentação quando engravidam. Segundo os especialistas, de modo geral, basta manter a dieta habitual, enriquecida com o consumo de vitaminas à base de ácido fólico e sulfato ferroso. Porém, se alguns problemas, como diabete, anemia e hipertensão, aparecerem durante a gravidez, uma alimentação balanceada pode ajudar. Confira as recomendações da Dra. Elise Nakabayashi, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Camilo Ipiranga. E não deixe de realizar todos os exames do pré-natal para detectar quaisquer possíveis problemas.
Diabete gestacional: é uma condição de intolerância aos carboidratos, com graus de intensidade variados. As causas ainda não estão totalmente esclarecidas, mas geralmente ela aparece por volta da 20a semana de gravidez e desaparece até uma semana depois do parto.
Sintomas: vários sinais se confundem com os da própria gravidez, como vontade de urinar a todo o momento, muita sede, sensação de fraqueza e apetite aguçado. Há casos em que a mulher nem apresenta sintomas. Por isso, os especialistas são categóricos: é fundamental que as futuras mamães façam todos os exames pré-natais para checar a taxa de açúcar no sangue durante toda a gestação. Uma das primeiras providências para controlar o diabete gestacional é não ganhar muito peso, especialmente as mulheres com antecedentes familiares da doença.
Evitar: carboidratos (pães, massas, arroz etc.), doces, frituras, comidas gordurosas e frutas calóricas (manga, banana, caqui, abacaxi, abacate).
Recomendação: verduras, legumes, frutas, leite desnatado rico em cálcio, carnes brancas, de preferência, grelhadas. “É importante, também, fazer uma dieta fracionada (café-da-manhã, lanche, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia) e praticar alguma atividade física (como caminhadas e hidroginástica)”, acrescenta a Dra. Elise.
Hipertensão: é a elevação da pressão arterial para números acima dos valores considerados normais. “A hipertensão arterial na gestante não se deve à alimentação e, sim, às alterações placentárias”, esclarece a Dra. Elise.
Sintomas: Na maioria dos casos, não há nenhum sintoma. Porém, algumas pessoas apresentam dores de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, dor no peito e fraqueza, que podem ser sinais de alerta.
Evitar: como a gestante começa a apresentar inchaço, devido à retenção hídrica, a orientação é diminuir o sal nos alimentos.
Recomendação: alimentos mais leves, refeições fracionadas e ingestão de líquidos para um melhor funcionamento dos rins e para tentar eliminar o excesso de líquido acumulado.
Anemia: A anemia pode aparecer devido à hiperêmese gravídica (vômitos excessivos), pois a gestante não consegue se alimentar.
Sintomas: muitas vezes, passam despercebidos, confundidos com cansaço por excesso de trabalho ou mal-estar passageiro. Alguns deles são palidez incomum, fraqueza e fadiga. Somente um exame de sangue detalhado pode detectá-la realmente.
Evitar: “Deixamos a critério da gestante o que comer (os alimentos que o organismo está aceitando)”, explica a Dra Elise.
Recomendação: fracionar a alimentação e em pequena quantidade. Chá em pequenos goles, bolachas secas, purê, sucos, leite, sorvetes e gelatinas geralmente são bem-vindos. “Em outros casos de anemia, orientamos comer carnes, brócolis, beterraba, couve, frutas e associamos uma vitamina”, conclui a Dra. Elise Nakabayashi.
Fonte: Natura Mamãe e Bebê
Escrito por Claudia às 13h15
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Fútil, eu?!?
Pode parecer futilidade minha, mas quando resolvi criar esse blog tinha a intenção de compartilhar com outras grávidas as dúvidas, angústias e dificuldades que todas enfrentamos nessa fase.
E como, graças a Deus, minha saúde está ótima, a do bebê melhor ainda e eu não tive sequer um único enjôo (assim como na minha primeira gravidez), minha preocupação nesse momento é quanto ao que vestir. E eu tenho certeza que outras grávidas também tem essa dificuldade e como eu espero que elas visitem este blog, resolvi prublicar tudo o que eu encontrar sobre o assunto. Como as dicas que estão logo aí abaixo.
Escrito por Claudia às 13h07
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Esquadrão da Moda V
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Passo a passo:
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1. Cuidado com as roupas que apertam demais o corpo, principalmente a região da cintura e barriga.
2. Evite os saltos altos. Além de prejudicarem a coluna, provocam fortes dores nas pernas e pés – inchados da gravidez. Escolha sapatos largos.
3. Dê preferência aos tecidos mais maleáveis, como as malhas e o strech. Roupas de cós baixo também são recomendadas, pois cingem a região que antecede a barriga.
4. Roupas indicadas: Blusas compridas, leggings, meias e collants para gestantes, vestidos sem manga ou com a manga curta, regatas, camisas sem manga, calças de cintura larga etc.
Fonte: O Sabido |
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Escrito por Claudia às 13h05
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